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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Fórmula para extrair número de texto - EXCEL

A lógica aqui é pesquisar e extrair o primeiro número da sequência alfanumérica e retornar então somente os números que se seguem.

A solução envolve a criação de fórmulas que executem as seguintes tarefas:
  • Quebre a sequência alfanumérica em caracteres separados.
  • Verifique se há um número na sequência decomposta.
  • Verifique a posição do número na sequência alfanumérica.
  • Conte os números na sequência alfanumérica.

Abordaremos cada uma dessas tarefas separadamente e, em seguida, integraremos as fórmulas para obter o resultado final.

QUEBRAR A SEQUÊNCIA ALFANUMÉRICA EM CARACTERES SEPARADOS

Use a função EXT.TEXTO. Essa função retorna um número específico de caracteres de uma sequência de texto, começando na posição em que você indicar, com base no número de caracteres especificado. A sintaxe da função é :

EXT.TEXTO(texto;núm_inicial;núm_caract)

EXT.TEXTO(texto;núm_inicial;núm_caract)
texto:   A sequência texto contém os caracteres que você deseja extrair.
núm_inicial:   A posição do primeiro caractere a ser extraído do texto. O primeiro caractere no texto tem núm_inicial 1 e assim por diante.
núm_caract:   Especifica o número de caracteres que a função EXT.TEXTO deve retornar do texto

Para o nosso exemplo, a fórmula é:=EXT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1)

Essa fórmula decompõe a sequência alfanumérica e coloca os caracteres — virtualmente — em diferentes linhas da planilha. Por exemplo, na sequência alfanumérica abc123, todos os 6 caracteres seriam separados.

OBSERVAÇÃO O número 9 pode ser substituído por qualquer número maior de acordo com o tamanho da sequência. Neste exemplo, o tamanho máximo da sequência é 9.

É importante notar que quando a sequência é decomposta, "1", "2" e "3" são tratados como texto — não como números. Para convertê-los em números, multiplique a fórmula por 1. Por exemplo:=1*EXT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1)

VERIFICAR SE HÁ UM NÚMERO NA SEQUÊNCIA DECOMPOSTA

Aqui empregamos a função ÉNÚM, que verifica se há um número na sequência alfanumérica. A fórmula agora se torna:=ÉNÚM(1*EXT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1))

Se houver um número na sequência, o resultado será VERDADEIRO; caso contrário, será FALSO.

VERIFICAR A POSIÇÃO DO NÚMERO NA SEQUÊNCIA ALFANUMÉRICA

Agora, verificaremos a posição do número localizando um valor VERDADEIRO no resultado da sequência decomposta mencionada no parágrafo acima. Empregaremos a função CORRESP. A nova fórmula agora é:=CORRESP(ÉNÚM(1*EXT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1));0)

IMPORTANTE Você deve digitar essa fórmula como uma matriz pressionando CTRL+SHIFT+ENTER.

Se a sequência for abc123, a fórmula resultará 4 — sendo essa a posição do primeiro caractere numérico na sequência alfanumérica.

CONTAR OS NÚMEROS NA SEQÜÊNCIA ALFANUMÉRICA

A tarefa agora é contar os números na sequência, para determinar os caracteres a serem retornados após o primeiro número na sequência alfanumérica.

Como mencionado acima, os números armazenados como texto na sequência alfanumérica podem ser convertidos para números multiplicando-os por 1. Por exemplo, =1*EXT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1)

Depois de convertê-los para número, é possível contar os números com a função CONT.NÚM. Os números podem ser contados utilizando-se a seguinte fórmula:=CONT.NÚM(1*ENT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1))

INTEGRAR AS FÓRMULAS

Agora, empregaremos a função ENT.TEXTO para integrar as várias partes da fórmula, como mostrado no seguinte exemplo.=ENT.TEXTO(A1;CORRESP(VERDADEIRO,ÉNÚM(1*ENT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1));0);CONT.NÚM(1*ENT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1)))

Em termos básicos, o problema pode ser agora resumido como: Verificar a posição do primeiro número na sequência alfanumérica (na célula A1). Retornar esse número e os seguintes.

Para converter os caracteres do resultado em número, multiplique por 1. Embora isso não seja estritamente necessário, deve ser feito se você for executar operações matemáticas sobre os resultados. Esta é a fórmula final a ser digitada na célula:

B1:  =1*ENT.TEXTO(A1;CORRESP(VERDADEIRO;ÉNÚM(1*ENT.TEXTO(A1;LIN($1:$9);1));0);CONT.NÚM(1*ENT.TEXTO(A1,LIN($1:$9);1)))


IMPORTANTE Você deve inserir essas fórmulas como matrizes pressionando CTRL+SHIFT+ENTER.


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terça-feira, 27 de outubro de 2015

A incrível geração de gestores sem educação.

Este texto foi extraído na integrada do LinkedIn de Luciana Telles
O texto foi tão bem escrito que não vejo necessidade de comentar, afinal quem ainda não passou por situação semelhante? Fique a vontade de fazer teus comentários ao final.
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“- Fulano, te liguei ontem às 21:30 para solicitar um relatório urgente e você não me atendeu.
– Sinto muito, chefe. Quando saí daqui às 20:30 daquela nossa reunião, não tirei o celular do silencioso.  Cheguei em casa e fui dar atenção aos meus filhos que estavam quase dormindo e não vi o celular tocar.
– Da próxima vez enfie o celular na sua cavidade (…)  que pelo menos você vai sentir. Nunca deixe de me atender.”
Sim!  Este diálogo existiu!  Absurdo pensar que após todas as ações que bancos e industria de bebidas sofreram por assédio moral, ainda tenhamos gestores deste naipe.  Porém, para ser bem sincera, a impressão que eu tenho é que eles voltaram com força total.  Escuto relatos como esse todos os dias, cada vez mais, me fazendo acreditar que estamos no meio de uma epidemia do mau humor corporativo.
Percebo diretores e presidentes cada vez mais se achando Deuses supremos, impassíveis de erros, que nunca se enganam, senhores da verdade única absoluta e universal.  Seres cada vez menos preparados para as funções que assumem, que dependem de seu corpo técnico para avaliação de dados e tomada de decisão, que muitas vezes têm o péssimo hábito de empregar amigos e, às vezes, parentes para cargos de confiança, em detrimento de profissionais qualificados para as funções.  Seres que não confiam em sua equipe técnica e que creem que funcionários são iguais a biscoitos, vai um, vem dezoito.  Pessoas cuja educação fora há muito tempo esquecida e abolida de seus manuais de convivência e bons costumes.
Nas rodas de amigos é comum hoje em dia histórias como esta.  Talvez por conta da crise que assola nosso país, os funcionários estejam se submetendo a esse tipo de humilhação, pois não podem se dar ao luxo de perder seus empregos, visto que buscar outro está cada vez mais difícil.  Em uma pesquisa informal realizada pelo membros do LinkedIn a resposta que mais aparece sobre o motivo que leva alguém a pedir demissão de uma empresa é por conta da Gestão.
Como consequência à crise, as empresas com situação financeira complicada, também deixam os gestores com os nervos a flor da pele, o que obviamente não justifica este tipo de atitude, mas intensifica os casos.  A falta de habilidade na condução e administração de crises faz com que os ambientes corporativos tornem-se salas de tortura ou câmaras de gases…  Funcionários chegam em casa exauridos emocionalmente, arrasados em sua auto-estima e desestimulados profissionalmente.  Falta Inteligência Emocional!
Gestores estão perdendo a mão na condução de seus negócios e equipes.  Estão requerendo dedicação exclusiva e disponibilidade 24hs por dia, ignorando que seus funcionários têm casa, família e suas atividades pessoais, que têm vida após trabalho.  Que necessitam de uma pausa para se recomporem física e emocionalmente.  Funcionários no limite são sinônimo para afastamento por doença.
Num outro caso que tomei conhecimento recentemente, às 17:50h do dia 12 de junho, dia dos namorados, o presidente de uma empresa convocou todo o corpo diretor e vários membros da gerência para uma reunião  às 18:30h a fim de discutir itens de uma apresentação que ele faria 2 semanas mais tarde e que já estava em suas mãos há mais de uma semana.  É claro que esta reunião foi até muito tarde (precisamente até 22:45h) e o fato deixou os participantes numa situação no mínimo complicada com seus respectivos maridos e namorados.
Além disso, me relatam cada vez mais casos de gritos, ofensas, grosserias e xingamentos por parte dos gestores.  Gestores que humilham na frente de todos, enganam, demitem sem justificativa, ofendem e, principalmente, querem que seus funcionários trabalhem como super heróis e vivam como monges.  Histórias onde gestores agem com grosseria, sarcasmo e humilham funcionários, principalmente para aparecer mediante superiores ou restante da equipe.  Acham que para serem gestores precisam ser temidos.  Desculpem o vocabulário, mas esses caras são uns babacas!
Hoje mesmo recebi um email de uma pessoa que leu meu artigo sobre demissão (Demitir, a pior tarefa de um gestor), onde ela se identificou e relata dificuldades em receber feedback, falta de adequação de funções, coaching inexistente e, acima de tudo, o não posicionamento definitivo dos mesmos mediante a problemas futuros.  Depois que o problema acontece, mesmo já tendo sido avisado, quem paga é o funcionário.  Não há uma cultura de prevenção.  Depois que acontece, um tem que ser punido, normalmente o lado mais fraco.
Recentemente presenciei uma briga entre dois diretores e um presidente, onde se ouvia os mais variados tipos de palavrões, alguns que eu nem conhecia.  Como uma empresa minimamente séria consegue respeito de seus funcionários se seus diretores não se respeitam?  A atitute entre seus gestores já reflete a falta de preparo dos que deveriam motivar e inspirar suas equipes.
Numa pesquisa rápida entre meus amigos, observei que a maior parte de gestores que agem desta forma estão entre 30 e 45 anos.  Claramente me traduz uma falta de preparo e experiência dos mesmos em gestão e condução de times multidisciplinares.  Os caras não sabem sequer como demitir! Acham que gerir é no grito, não sabem a diferença de autoritarismo para autoridade, poder para o respeito, liderar e gerir.   O mundo evoluiu e eles continuam no século XIX, agindo como senhores com seus escravos.  Desconhecem palavras e conceitos como coaching, feedback, gestão participativa, espírito de equipe…
A falta de preparo está em desconhecer que muito mais producente será um time em que o respeito, a cumplicidade e o senso de equipe serão matrizes da motivação em conjunto.  Todos remando numa mesma direção, com a mesma gana de vencer, sem raiva ou rancor, sem humilhação, grosserias, ou se sentindo coagido a qualquer coisa, se obtém resultados muito mais expressivos.  A atmosfera da empresa, mesmo em clima de crise, se torna mais amena e cooperativa.  As vitórias passam a ser comemoradas por todos enquanto as derrotas passam a doer em todo o time, que faz com que todos se movimentam para tentar mudar essa realidade.
“Quando um chefe está num cargo além de sua competência, se sente inseguro e contrata idiotas como ele. Isso gera um conglomerado de idiotas unidos para manter o poder.”
John Hoover, Como Trabalhar para um Chefe Idiota 
“Trabalhar mais não é sinônimo de eficiência”
Thomas Silveri, consultor 
“A maior recompensa e motivação, é atingir os objetivos e metas com satisfação e alegria, principalmente com a união e bem estar de todos, deixando de lado rancores, maldades, orgulho, competição e etc. Tornar tudo mais fácil e prazeroso, tornar o lugar onde você está, ou seja, em casa, na rua, na escola ou no trabalho o melhor ambiente possível, incentivando todos a caminharem na mesma direção e com o mesmo objetivo, satisfazendo todas as necessidades legítimas.” Hunter, James C., O Monge e o Executivo

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

COMPROMETIMENTO, o que é isso?


Você têm valores em comum com a sua empresa?



"Comprometimento é a vontade de fazer parte de uma história"

“Os seres humanos são animais que fazem promessas”
Friedrich Nietzsche

O que nos leva a nos comprometer com alguém ou com alguma coisa?
O que nos leva a iniciar e terminar uma atividade?
A buscar a cada dia uma forma melhor de fazer as coisas?
A assumir a responsabilidade quando um erro aparece?
A cumprir aquilo que nos propomos a fazer?

Nada mais e nada menos do que o nosso COMPROMETIMENTO!

A etimologia do verbo comprometer indica que a palavra significa “fazer promessa com”, ou seja, empenhar-se, obrigar-se.

E só agimos desta forma porque temos confiança no outro ou na empresa, valores em comum, uma causa em comum.


Grau de compromisso

Você têm uma causa comum com o seu parceiro?
Resultado de imagem para COMPROMETIDOQuando você se propõe a fazer algo para você mesmo você cumpre?

Desta forma é que avaliamos o nosso grau de compromisso com os outros e com nós mesmos.


O valor do comprometimento

E por que esta competência é tão valorizada?

Porque comprometimento refere-se a perseverar ou se destacar em tempos difíceis.

Ovos com bacon: a galinha até topou contribuir, mas o porco precisou estar totalmente comprometido!

Estar comprometido com um resultado nos ajuda a manter a calma diante das adversidade se obstáculos que nos cercam. Estar comprometido com uma meta nos ajuda a superar perdas ocasionais de motivação.

Mas quais são os fatores que determinam o comprometimento?

Eugenio Mussak, em seu livro Caminhos da Mudança (2008) identifica as cinco condições básicas para que ocorra o comprometimento, em qualquer tipo de relação:

  1. Admiração
  2. Respeito
  3. Confiança
  4. Paixão
  5. Intimidade

Isso significa que só ficamos ao lado de alguém que admiramos, e da admiração surge o respeito, que gera a confiança e a paixão e com todos estes ingredientes juntos queremos continuar convivendo com esta pessoa e sendo íntimos. Resumindo, é a soma destes fatores que sustenta uma relação, seja ela profissional ou pessoal.

À medida que assumimos e mantemos nossos compromissos, mesmo os pequenos, fortalecemos a nossa integridade e nos tornamos cada vez mais eficiente.

Quando digo integridade quero dizer uma pessoa que tem harmonia entre discurso e prática. Faz exatamente aquilo que diz que vai fazer. Parece simples? Na verdade é, mas não quer dizer que seja fácil.

Para que eu tenha harmonia entre discurso e prática eu preciso de: flexibilidade; iniciativa; disciplina; coragem; dedicação e criatividade.

De acordo com Bastos (1993) o vinculo organizacional (Comprometimento) pode ter 5 abordagens encontradas normalmente na Bibliografia:
  1. Afetivo, também chamado atidudinal: o indivíduo se identifica com a organização e com os objetivos dela e deseja manter-se como membro, de modo a facilitar a consecução desses objetivos. O comprometimento afetivo é aquele associado à ideia de lealdade, desejo de contribuir, sentimento de orgulho em permanecer na organização.
  2. Calculativo ou instrumental: comprometimento como função das recompensas e dos custos pessoais, vinculados à condição de ser ou não membro da organização. O comprometimento seria fruto de um mecanismo psicossocial de trocas e de expectativas entre o indivíduo e a organização, em aspectos como salário, status e liberdade.
  3. Sociológico: relação de autoridade e de subordinação. O comprometimento do trabalhador se expressa no interesse em permanecer no atual emprego porque percebe a legitimidade da relação autoridade/subordinação. Desta forma, os indivíduos levam para o trabalho tanto uma orientação para seus papéis de subordinados, quanto um conjunto de normas que envolvem os modos corretos de dominação.
  4. Normativo: internalização de pressões normativas de comportamento.
  5. Comportamental: manutenção de determinadas condutas e de coerência entre seu comportamento e as suas atitudes. O comprometimento “pode ser equiparado com sentimentos de auto-responsabilidade por um determinado ato, especialmente se eles são percebidos como livremente escolhidos, públicos e irrevogáveis”. Desta forma, as pessoas tornam-se comprometidas a partir de suas próprias ações, formando um círculo de auto-reforçamento no qual cada comportamento gera novas atitudes que levam a comportamentos futuros, em uma tentativa de manter a consistência.
Vale lembrar que não existe atalho para o desenvolvimento, para progredirmos precisamos de ação, dedicação e aprendizado, ação, dedicação e aprendizado!

Antes de mais nada precisamos identificar o que podemos melhorar. Feito a escolha precisamos estabelecer metas e nos mantermos fiéis a elas. Saber que somos responsáveis (responsabilidade = habilidade para responder) por concretizá-las e em cada pequena ação que realizo daquilo que me comprometi, aumenta minha eficiência.

Como favorecer o compromisso com a meta:
  1. Divulgue sua meta, pois quando ela se torna público o compromisso aumenta.
  2. Relacione com seus valores e propósito de vida. Por que ela é tão importante para você? O que você vai ganhar com isso?
  3. Estabeleça as ações para alcançar as suas metas.
  4. Minimize os obstáculos criando planos A, B e C.
  5. Monitore os progressos.
  6. Realize os ajustes necessários.



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