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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Geração Y e Z

Geração Y

A geração Y, também chamada geração do milénio ou geração da Internet, é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela geração Z.

Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de telefonia celular para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores.

Enquanto grupo crescente, tem se tornado o público-alvo das ofertas de novos serviços e na difusão de novas tecnologias. As empresas desses segmentos visam a atender essa nova geração de consumidores, que constitui um público exigente e ávido por inovações. Preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego. Com o mundo praticamente estável e mais favorável à liberdade de expressão, esses jovens conseguiram se preocupar com valores antes menos prioritários como vida pessoal, bem-estar e enriquecimento pessoal.

Geração Z 

É a definição sociológica para definir geração de pessoas nascidas desde a segunda metade da década de 90 até os dias de hoje.

A teoria mais aceita por estudiosos é que essa geração surgiu como concepção sucessora no final de 1982 (começo do Echo Boom), aceita internacionalmente e adotada entre 1993 a 1995. Ou seja, geração que correspondem à idealização e nascimento da World Wide Web, criada em 1990 por Tim Berners-Lee (nascidos no início de 1993) e no "boom" na criação de aparelhos tecnológicos (nascidos entre o fim de 1993 a 2010). A grande nuance dessa geração é zapear, tendo várias opções, entre canais de televisão, internet, vídeo game, telefone e mp3 players.

As pessoas da Geração Z são conhecidas por serem nativas digitais, estando muito familiarizadas com a World Wide Web, YouTube, telefones móveis e mp3 players, não apenas acessando a internet de suas casas, e sim pelo celular, ou seja, extremamente conectadas.

Fonte Wikipédia, a enciclopédia livre.

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Uma tendência invade os escritórios: É o casual business

Uma tendência invade os escritórios: é o casual business, que contém excessos e pode até liberar os executivos da gravata. Saiba como usar sem errar.

O CERTO: A calça jeans é permitida, desde que acompanhada de blazer, sapato e camisa social

O ERRADO: A calça jeans clara, tênis esportivo e camiseta são terminantemente proibidos.

“Você dá uma mão e logo se quer o braço.” O ditado aplica-se a muitas situações, mas no ambiente corporativo ele serviu para, recentemente, exemplificar o uso indiscriminado e inconsequente do código de conduta descontraído das sextas-feiras.  O abuso de trajes inadequados para o ambiente corporativo fez algumas empresas recuarem nas regras do famoso casual Day.

Foram feitas pesquisas recentes para averiguar o quanto se abusou e, portanto, o quanto foi preciso cortar as asinhas dos executivos descolados demais. Por conta dos exageros, algumas empresas passaram a incorporar à sexta a mesma rotina dos outros dias da semana, que pede o uso do terno e da gravata.  Outras estão trazendo para o Brasil uma tendência, que já foi batizada de casual business.  Esse novo código permite a mistura de estilos, desde que sejam preservados o decoro corporativo e a elegância.

Pode-se usar uma caça jeans, por exemplo, se ela for acompanhada de um blazer, uma camisa e um sapato social.  E isso de segunda a sexta, libertando os executivos da gravata.  “É perfeitamente possível estar elegante sem a gravata. Até mesmo com uma camisa pólo”, conforme disse Ermenegildo Zegna, CEO da grife italiana que leva seu nome. “Não acredito que vá acontecer um enrijecimento total das regras do casual Day. Busca-se, em alguns lugares, o extremo do figurino clássico, para combater a falta de decoro nos escritórios e se evitar deslizes. O que já está acontecendo é uma opção pelo casual elegante ou casual business, com calça e camisa sociais e sem gravata. Percebi isso ao visitar Nova Yourk recentemente”, completa Gildo.

De fato, pesquisas internacionais constataram abusos. Nos Estados Unidos, uma sondagem feita pela Sociedade Americana de Gestão de Recursos Humanos revelou que 60% dos endereços corporativos já não permitem o casual Day.  E os que permitem estão contratando profissionais para orientar seus funcionários sobre o que se pode e não se pode usar, atesta o Instituto Gallup.  Esse aprimoramento do código de conduta nas empresas pode até vir a ser libertador. Quem usá-lo bem, sem exageros, poderá se beneficiar e se livrar da opressora gravata a sexta-feira.  Esse movimento já é notado, por exemplo, nas corretoras de valores.  “Na nossa empresa, não existe a obrigação do uso da gravata. Inclusive quando temos reuniões fora, com alguns clientes”, disse Antonio Milano, diretor-geral da Factor Corretora, de São Paulo, abordo de um figurino composto de calça jeans, camisa clara, blazer de camurça e sapato de couro. Sua diretora de RH, Vanessa Haba, atenta para o fato de que, como não se tem uma rigidez em relação à vestimenta, na empresa, ninguém se incomoda, por exemplo, se um diretor faz questão de usar terno e gravata todos os dias.  “Alguns executivos preferem, mas somos adeptos do casual business.  A maioria dos diretores usa terno com camisa sem gravata.  O figurino fica a critério do funcionário, porém, claro, dentro do bom senso”, afirma Vanessa.  Ela é taxativa só em relação a duas peças de roupa: “Não permitimos tênis e camisetas.”

Ricardo Almeida, um dos estilistas masculinos mais cultuados do Brasil, responsável pela construção do visual terno e gravata do presidente Lula, não acredita que um aperto nas regras frouxas do casual Day ocorra só pelo abuso de trajes inapropriados.  “Num momento de crise econômica, como acontece nos EUA, tudo conta ponto.  O terno e a gravata passam uma imagem de solidez.  Em momentos de instabilidade, a roupa pode ajudar a passar uma imagem de seriedade”, comenta.  Ele acredita que toda vez que o mercado se desestabiliza é preciso resgatar valores.  “O homem externa sinais de quem é, como é e o que faz pela roupa. E quando se usa uma bermuda, uma camiseta, está se destruindo essa imagem de seriedade do homem de negócios, construída através do uso de terno.” Assim como Gildo Zegna, Ricardo Almeida também acredita na mistura dos estilos para resolver essa questão. Tanto que ele está lançando uma linha casual, com camisas pólo, calças jeans e sapatos de couro e camurça, subprodutos da sua linha Office. “Devem ser usados no dia a dia corporativo, misturado com peças de alfaiataria.”

A consultora de imagem Silvana Bianchini diz que as dúvidas sobre o estilo casual são quase um tormento para os executivos. “No Brasil, quando você fala formal todo mundo sabe o que é. Quando fala casual, eles fazem o que querem, porque as empresas, em geral, não têm uma política de vestuário por escrito. Fica a dúvida. Vale Jeans? Chinelo, sandália? O guarda-roupa casual é amplo e não tem padrão”, afirma Silvana. Sua empresa de consultoria, Dress Code, desenvolve manuais de etiqueta e imagem corporativa (que incluem linguagem corporal e vestuário) para os mais diversos segmentos: de indústrias a instituições financeiras, como Itaú Unibanco, BV Financeira e Grupo Pão de Açúcar. “Desde que começou a febre do casual, sou chamada para identificar como as corporações querem ser percebidas e desenhar políticas de vestimenta. O que costumo indicar é o casual business, que traduzo como o estilo casual profissional.”

No País, por causa principalmente do clima, o casual business realmente é uma solução que começa a ser empregada por muitas empresas. “Aqui no Bic não há uma norma por escrito sobre o vestuário dos fucnionários. Delegamos aos gestores de cada área a incumbência de orientar as pessoas sobre o traje a vestir, em função da atividade que cada um exerce. Mas todo mundo que tem relação com público externo tem que usar terno e gravata. E, claro, nas solenidades”, diz Edenio Nobre, diretor-executivo de administração e RH do Bicbanco. “Porém, existe a questão regional climática. Em cidades do Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste nas quais o clima não ajuda no uso do terno, como Cuiabá, Ribeirão Preto e Aracaju, entre outras, não exigimos o uso dessa peça.  Até porque também, nessas cidades, por serem mais informais, o cliente não gosta de ser recebido por pessoas de terno e gravata. É uma coisa cultural e respeitamos”, diz Nobre.

REGRAS DO CASUAL BUSINESS

Misture os estilos, mas sem exageros: calça jeans com camisa social e um paletó de terno (escuro) ou calça social com camisa pólo.

Não use tênis. Prefira um sapato de camurça.

As camisas devem ser manga longa e podem ser claras. Estampas só se for um xadrez pequeno, nada muito chamativo.

Proibido: camiseta com dizeres engraçadinhos, de banda ou muito coloridas e de time de futebol. Também boné e estampas militares.

Evite: combinações monocromáticas.

Blusas de frio de gola alta ou gola em V também são permitidas.

Se for usar sapatos de couro, não se esqueça de engraxá-los. Casualidade deve passar idéia de elegância e conforto, não de sujeira e desleixo.
Fonte: ISTOÉ Dinheiro – edição nº 685 de 24 NOV/2010

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Reclame, mas faça algo pela mudança!

Max Gehringer
Sei que a minha mensagem não tem qualquer chance de ser lida, escreve um ouvinte.

Mas quero manifestar a minha insatisfação pela maneira como o mercado de trabalho suga os trabalhadores. Veja o meu caso:

Trabalho 10 horas por dia e não ganho o suficiente para pagar a conta do supermercado, mesmo sendo um técnico especializado, o meu salário esta na média da minha categoria, mas eu me sinto como se estivesse vivendo no século XVI.

Bom, como você percebeu a sua mensagem esta sendo lida, o que mostra que os tempos mudaram, no século XVI, além de ser proibido de se manifestar contra o sistema, você provavelmente seria queimado em praça pública.  Hoje no máximo seria dispensado sem justa causa, já que a sua causa é mais que justa. Mas a grande diferença entre os tempos idos do mercado de trabalho e o tempo presente esta numa palavrinha Oportunidade.  Se bem me lembro das histórias que a minha nona mi contava, todos os nossos parentes haviam terminado a vida profissional mais ou menos na mesma condição em que a haviam começado. O grande projeto de um trabalhador era se aposentar. 

Não era estudar, viajar, mudar de emprego, ser promovido, ganhar mais ou ser dono de uma empresa. 

Ninguém tinha muita esperança que alguma mudança significativa podia acontecer,  e todos se sujeitavam no que era oferecido. Hoje um jovem da classe E já pode pensar em fazer um curso superior, comparativamente é um tremendo progresso, mas isso não quer dizer que chegamos num momento em que as coisas estão ótimas. Muito pelo contrário, estamos evoluindo gradativamente e não chegamos nem perto do que se poderia chamar de uma vida com qualidade.

O trabalho ainda ocupa a maior parte do nosso tempo e continua sendo o centro de nossas preocupações temos que repetir sempre isso, como você mesmo fez, para que ninguém pense que estamos satisfeitos, não estamos! Queremos ganhar dez vezes mais trabalhando dez vezes menos, queremos uma sociedade igualitária, mas uma que enriqueça os pobres e não uma que empobreça os ricos.

Então a minha sugestão para o nossa ouvinte seria "reclame", mas não seja o vegetariano na churrascaria, não fique só na critica faça algo prático a respeito, estude, esforce se e não desista.

Você esta certo, mas o mundo não esta errado, ele esta apenas evoluindo, mas rapidamente do que nunca, mas ainda mais devagar do que todos nós gostaríamos.
 
Ouça este texto:  clique aqui
Fonte internet

Este texto me faz pensar na juventude, que na sua maioria se acomoda nas mais diversificadas situações, nas mais diversificadas empresas e segmentos de mercado.

Estes dias tive uma conversa com um rapaz que me contou, na verdade tentou me convencer a respeito de seu profissionalismo, tudo isso porque ele se ofendeu com um comentário feito por um colega de trabalho,.Analisando a situação verifiquei que não existia motivo pra ofensa, mas como isso é particular é difícil julgar. De qualquer forma ele se preocupou mais em criticar o colega e se justificar dizendo ser um profissional, do que entender os motivos da crítica...  Pra mim não foi uma crítica, mas apenas um comentário.  Nesta hora pensei em minha mãe, em meu pai, até mesmo em amigos mais experientes que sempre dizem que quem quer, quem sabe, faz acontecer não fica chorando e reclamando...  Tenho um conhecido que sempre diz ".. Não basta ser honesto, precisa parecer honesto..". 

Este texto é bem isso, o mundo mudou, os desejos, objetivos as buscas, as metas mudaram...

Convido a todos vocês que leram este texto do Max Gehringer que reflitam e façam a diferença em seus ambientes de trabalho, rodas sociais, porque não dentro de sua própria família.

Fiquem em Paz!

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